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terça-feira, 19 de abril de 2011

Que só a ela pertencem...


Quando ela vier, virá com ela o meu sorriso incontido, e lhe entregarei numa caixa todos os beijos que acumulei por esses dias que não pude encontrá-la, e os meus braços vão ser pequenos demais pra todos abraços que guardei, e que a ela – só a ela pertencem. (Dani Cabrera)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Eu te amo...


"De repente percebi que eu não precisava de nada
E ao mesmo tempo tudo o que eu precisva estava ali:
Em um par de olhos, nas tuas palavras, no teu sorriso estirado[...]

Ah! Ali estava o que eu procurava e pensei que nunca encontraria."

domingo, 20 de março de 2011


E eu amo quando os teus olhos brilham e refletem os meus e quando teu sorriso se torna espesso e esplendido diante daquelas nossas flores, ou daquelas nossas músicas, ou daquelas nossas letras, ou daquelas nossas cores... Daquelas nossas cidades, daqueles nossos nomes... Daqueles nossos números. Dos nossos planos loucos (e lindos!). Porque és quem me faz a pessoa mais feliz de todas as eras quando, ainda que fabulosamente, me diz que teremos um lugar só pra nós naquele lugar que eu gosto tanto, e que um dia tudo isso vai passar e que tudo vai ficar bem.
Minha alma estremece quando da tua boca ouço os planos que tens pra nós, quando dizes que sim - faremos aquela viagem praquele lugar bacana, e que sairemos por aí, quilômetros afora em busca de tesouros perdidos e de campos de girassóis.

Amo a tua voz macia e as tuas palavras de algodão-doce, a textura da tua pele, o teu cheiro e o cuidado com que trata o meu coração.


Ao teu lado sempre será o melhor lugar do mundo.

Que as horas tragam você pra mim...


E eu que pensei que seriam suficientes todas aquelas vezes que entre um beijo e outro, entre um entregar-se e outro, eu te olhava atentamente os detalhes, com fome de guardar qualquer imagem tua que pudesse amenizar a saudade que eu começaria a sentir milésimo de segundos depois de você beijar a minha boca que se faria outra vez fria e soltar as minhas mãos pra entrar naquele trem que te levaria pra cidade ao lado. Eu imaginava que quando você subisse naquele trem algo de mim seria levado, mas não sabia que me doeria tanto a ponto de me tirar a paz na segunda-feira. A saudade segue aqui, e toda a tentativa de te manter fresca na lembrança foi só artifício pra me prender mais ainda na falta que eu sentiria.

Essa noite eu não vou chorar de saudades. Vou fechar meus olhos, e exigir que as horas tragam você pra mim. Outra vez.

sábado, 12 de março de 2011

Do que já foi escrito...

Já me acostumei com a tua voz e o teu riso rouco, o teu beijo, a textura da tua pele na minha e com ver-te sempre sorrindo pra mim quando acordas.

Tenho aprendido sobre alguns dos teus limites, teus métodos, teus gostos e tuas manias, e tenho me apaixonado um pouco mais a cada dia por cada uma delas.
Me acostumei a lembrar do teu rosto toda vez que escuto alguém dizer a palavra Amor...

Me acostumei com tanta coisa, meu bem, mas essa noite vai ser tão difícil dormir sem ti, porque ainda não me acostumei, e na realidade não pretendo me acostumar, com a ideia de ter que estar sempre-sempre me despedindo de ti, sempre de mãos atadas e tendo que te ver voltar pra Recife, e permanecer aqui, levando a vida, esperando pelo dia que possas regressar outra vez.

E se antes eu não tinha assim tanta razão pra querer conseguir algo, hoje eu tenho um sonho, e sonho em estar em paz ao teu lado, sem a maldade desses - agora - 600 insuportáveis quilômetros que me detonam toda vez que tenho que voltar pra casa sem ti. Esses terríveis 600 quilômetros que estão me injetando esperança e força pra que no próximo outono os estilhacemos em cacos bem pequenos, e que tudo esteja bem.

Te amar nao me deixa outra alternativa. A vontade que tenho de ficar velhinha ao teu lado me faz ter a paciência de alguém de oitenta anos, e me deixa segura de que, o hoje nao ainda, mas o amanha – quem sabe? - é nosso. Eu sei. Tu sabes. Basta, pois. Eu acho que o dinheiro deveria se recusar a querer limitar o nosso plano de viagem de volta ao mundo... O Taj Mahal ia gostar de ver a gente ali. Os jardins em volta da glamourosa Torre Eiffel transformariam a grama verde em tronos ornados para que a gente descansasse. O CRisto Redentor iria, de tao simpático, fechar os braços pela primeira – e talvez única – vez em sua história. Fechar os braços para abraçar eu e você. Deveria ser assim... Mas nao é de todo mal que nao o seja. Porque por fortuna minha e tua, meu bem, tanto eu quanto você, sabemos lutar com valentia para transpor os limites que tentam transformar os nossos sonhos em vento. E sabe que mais? Eu acho também que essa gente opaca de alma, que respeita mais as etiquetas do que o amor em si, deveria se envergonhar junto com o dinheiro, as estradas e esse punhado de coisas chatas. E deveriam amar assim bonito também. Amar colorido. E eu nao falo de arco-íris. Falo de paz. E todos já sabem que tu és a minha. Eu eu a tua.